Dez motivos para não legalizar a maconha


maconhanao1_1            Apesar da permanente estratégia da chamada corrente progressista que insiste na descriminalização e legalização de drogas, cuja Comissão Global de Política sobre Drogas, encabeçada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, acaba de lançar um curta-metragem ( 3 minutos ), sob o título “Guerra ao Drugo”, onde a metáfora pretende desconstruir a ideia da repressão e da criminalização das drogas, salientando a violência resultante da ação contra o dragão que simboliza as drogas, penso que não se pode se render totalmente ao dragão. Metáfora é uma coisa, realidade é outra totalmente distinta.

O perigo de descriminalizar e legalizar drogas é escancarar ainda mais, a porta de entrada por onde mais e mais jovens ingressarão, num caminho quase sem volta, e iminente. Por isso apresento dez razões para, por exemplo, não legalizar o uso da maconha, ressalvados os reconhecidos casos de necessidade da Cannabis para uso estritamente medicinal.

Aí estão os dez perigosos efeitos possíveis que poderão ser resultantes da legalização da maconha:

1 – aumento do consumo e do número de usuários e dependentes;       
2 – crescimento de doenças psiquiátricas;              
3 – aumento do número de internações em clínicas e hospitais; 
4 – aumento do custo com despesas médico-hospitalares, através de verbas do SUS, para atender mais dependentes;               
5 – legalização de mais um câncer social, já não bastasse todos os males causados pelo uso do álcool e do cigarro;           
6 – porta aberta para os jovens no consumo de drogas mais pesadas, nocivas e até letais;            
7 – incerteza quanto ao fim do estigma social;      
8 – traficantes continuariam de posse de seus arsenais;  
9 – criação de um mercado paralelo ao estado e aos concessionários legalmente estabelecidos, despertando,
a possibilidade do contrabando e o interesse de cartéis internacionais das drogas, sendo o Brasil hoje não       tão somente um a rota de passagem mas um país de grande consumo de maconha e cocaína;          
10 – aumento do número de acidentes de trânsito pela mistura : álcool+maconha+energéticos+direção.
Não bastasse isso selecionei aqui dois depoimentos de especialistas em drogas da área médica, para reforçar a tese da não legalização. Aí estão os depoimentos:
” Na década de 60, quando a concentração do THC (tetrahidrocanabinol), o princípio ativo da maconha, era bem menor, pesquisas já apontavam para o aumento de três vezes o risco do desenvolvimento de psicose esquizofrênica”.
Valentim Gentil Filho (Professor de Psiquiatria da USP com doutorado em Psicofarmacologia Clínica pela Universidade de Londres)
” A maior preocupação é com o adolescente. Até os 22 anos o cérebro ainda está em formação e pode ser afetado pelo uso da maconha, reduzindo o QI e causando doenças psiquiátricas “.
Fabricio Moreira (Professor de Farmacologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG)
” Já é aceito, pela maioria dos psiquiatras, que fumar e ficar dependente da maconha, aumenta o risco de psicose no indivíduo, mais especificamente a esquizofrenia”
Killian A. Welch (Médico da Universidade de Edimburgo Escócia)
Portanto, como se vê, descriminalizar drogas pode ser autêntico tiro pela culatra. Uma emenda pior que o soneto. Quer queiramos ou não o que ainda segura um pouco a expansão do consumo de drogas é o seu caráter proibitivo. Não podemos deixar a juventude brasileira a mercê do “Dragão das Drogas”. A melhor estratégia, na guerra contras as drogas, continua sendo a prevenção, a repressão qualificada e a internação para tratamento dos dependentes que realmente necessitam. Concomitantemente é preciso investir na prevenção primária contra a violência com escola de tempo integral. ensino profissionalizante, .programas sociais, emprego e geração de renda. Drogas não agregam valores sociais positivos.

Milton Corrêa da Costa é tenente coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro e estudioso em violência urbana

 

Mais uma etapa vencida


 

  imagesQueremos Agradecer à Deus, a todos os colaboradores e associados, por está abraçando esta causa social. O Piso cerâmico inicial da comunidade terapêutica era de aproximadamente 700mt², ontem terminamos de assentar todo este piso. No inicio acharíamos que seria difícil conseguir todo este piso, mas , com muita oração e a liberalidade do nosso povo, podemos dizer: “Até aqui  nos ajudou o Senhor”. Que Deus possa abençoar todas as pessoas e empresas, que tem sido parceiros neste projeto. Só temos que Agradecer, e partir para as demais etapas que precisam ser vencidas. Breve, se Deus quiser, estaremos colhendo os frutos de todo este trabalho.

Noticias


Regulamentação da maconha é tema de mais um debate no Senado

O tema entrou na pauta de discussões do Senado devido a uma sugestão popular enviada pelo e-Cidadania.

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) retoma, na manhã desta segunda-feira (25), o debate sobre a regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha. A audiência pública, a terceira sobre o assunto, conta com recursos interativos. Para participar da transmissão ao vivo enviando comentários, o cidadão pode acessar o Portal e-Cidadania ou ligar para o Alô Senado, no número 0800-612211.

A composição da mesa deste debate tem como enfoque a ótica da ciência e da saúde pública. Foram convidados Renato Malcher Lopes, neurocientista e professor adjunto do Departamento de Ciências Fisiológicas da Universidade de Brasília (UnB); a assessora do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) Nara Santos; a diretora do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, Grazielle Custódio; e o coordenador nacional de saúde mental do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori.

O tema entrou na pauta de discussões do Senado devido a uma sugestão popular enviada pelo e-Cidadania (SUG 8/2014). Pela sugestão em análise na CDH, deverá ser considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.

A comissão aguarda relatório do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) para decidir se a sugestão vai virar projeto de lei. O senador garantiu que não vai recomendar o arquivamento da proposta e está realizando audiências públicas para debater o assunto com diferentes segmentos da sociedade.

A reunião desta segunda-feira é presidida pelo próprio Cristovam, e acontece na sala 2 da Ala Senador Nilo Coelho. Ao abrir o debate, o senador leu cartas favoráveis e contrárias à regulamentação da maconha enviadas por cidadãos.

 Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

 

 

Fomos criados para as boas obras


ÍndiceHá dois perigos quanto a este assunto. O primeiro deles é a prática das boas obras em substituição à fé em Cristo. Muitas pessoas tentam comprar a salvação com suas obras. Pensam que podem chegar a Deus pelo mérito de suas obras. Isso é um engano. A Bíblia é clara e peremptória em afirmar que pelas obras da lei ninguém pode ser justificado diante de Deus. Essa tola pretensão, além do mais, anularia por completo o perfeito, cabal e substitutivo sacrifício de Cristo na cruz. O segundo perigo é imaginar que a fé pode ser legítima sem obras. A Bíblia diz que a fé sem as obras é morta. Fomos criados em Cristo para as boas obras. Cristo morreu na cruz para formar um povo zeloso de boas obras. Somos justificados diante de Deus pela fé, mas demonstramos esse fato diante dos homens pelas obras.

Destacamos, portanto, quatro pontos importantes, para a nossa reflexão.

Quando praticamos boas obras refletimos a imagem do nosso Deus – Deus é gracioso e bom para com todos. Ele envia sua chuva e seu sol para os bons e maus. Toda a terra está cheia da sua bondade. De igual forma, devemos fazer o bem a todos. Não podemos fazer acepção de pessoas. Devemos ser generosos para com todos, inclusive abençoando e orando pelos nossos próprios inimigos.

Quando praticamos boas obras demonstramos que fazemos parte da família de Deus – Se Cristo morreu para formar um povo zeloso de boas obras, então, quando praticamos essas boas obras demonstramos que, de fato, pertencemos a esse povo. A Bíblia diz que não podemos amar a Deus sem amar o próximo. O nosso amor não deve ser apenas de palavras, mas traduzido em obras. Amor não é sentimento, é ação. Quem ama dá, distribui, reparte. Deus amou o mundo e deu o seu Filho Unigênito. O amor se evidencia pelas obras e não apenas pelas palavras. Não somos apenas o que falamos, mas, sobretudo, o que fazemos. Demonstramos que fazemos parte da família de Deus quando temos o coração aberto e as mãos abertas para as boas obras.

Quando praticamos boas obras demonstramos obediência a Deus – A nossa luz deve brilhar diante dos homens para que eles vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai que está nos céus. O apóstolo Paulo, o maior teólogo, evangelista e missionário da igreja primitiva se empenhou em levar o evangelho aos confins da terra sem esquecer-se dos pobres. Paulo nunca separou evangelização da prática das boas obras. Evangelização e ação social caminham juntas, pois Deus ama o homem integral, ou seja, corpo e alma. A evangelização sem a ação social produziu a teologia pietista que se importava com a alma e não com o corpo. A ação social sem a evangelização desembocou na teologia da libertação, que se importa com o corpo e não com a alma. Ambas as posições estão em desacordo com a Palavra de Deus. Na verdade, não devemos separar o que Deus uniu.

Quando praticamos boas obras demonstramos amor ao próximo e gratidão a Deus – O amor apenas de palavras é uma caricatura barata do verdadeiro amor. Somente evidenciamos amor ao próximo, quando o socorremos em suas aflições e quando lhe estendemos a mão em suas necessidades. Nossa motivação mais sublime, porém, em viver uma vida zelosa na prática das boas obras é demonstrar nossa gratidão a Deus pela sua generosa graça e sua gratuita salvação. Não praticamos boas obras para exaltar a nós mesmos, mas para glorificar a Deus. A exaltação e a glorificação do nome de Deus deve ser o vetor principal a reger nossa vida agora e eternamente.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Fotos mostram mulher irreconhecível por uso de drogas após 11 prisões


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Uma mulher da Flórida presa nesta semana por agredir e roubar sua avó de 84 anos aparece irreconhecível em fotos feitas pela polícia nas últimas 11 vezes em que foi presa.

As detenções ocorreram ao longo de três anos, e os efeitos do consumo de drogas podem ser vistos nas fotografias. Veja o registro de todas as prisões. As informações são do jornal “New York Daily News”.

Bridgitte Matzke, de 25 anos, foi presa pela última vez nesta segunda-feira (11). Ela agrediu sua avó e roubou dinheiro e joias da idosa para pagar uma conta de US$ 80 em um hotel onde ela estava com o marido, Alex Caldwell, de 26.

Segundo a polícia, Bridgitte agarrou sua avó e rasgou sua roupa antes de torcer seus pulsos. Quando a mulher tentou ligar para a polícia, a neta arrancou o telefone de onde ele estava preso e jogou contra a avó. Em seguida, ela roubou um total de US$ 1,9 mil em joias, dinheiro e um telefone celular.

Um vizinho escutou os barulhos da discussão e encontrou a vítima chorando do lado de fora de sua casa. A idosa tinha marcas vermelhas nos pulsos e no rosto.

A polícia foi chamada, e encontrou Bridgitte algumas horas depois em um posto de gasolina. Ela já havia sido presa anteriormente por posse de maconha, anfetamina, por roubo, por dirigir sem habilitação e por cárcere privado.

Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

Calçadas


Já estamos fazendo as calçadas dos Módulos da nossa comunidade terapêutica. Graças à Deus as portas tem sido abertas, mas, gostaríamos de  continuar contando com as suas orações e doações para darmos continuidade a este projeto, seja um colaborador ou um associado, entre em contato conosco e faça seu cadastro. Deus te abençoe.

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Madeiras


A nossa Lavanderia coletiva já está toda rebocada e agora já estamos partindo para a cobertura. Já ganhamos as telhas e estamos necessitando das madeiras. O orçamento das madeiras ficou em torno de R$ 1.200,00, se você deseja cooperar com a compra das madeires, entre em contato conosco pelo telefone (77) 99791917, qualquer quantia será muito bem vinda. Deus abençoe!

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