PINTURA


Começamos a pintura dos Módulos da nossa Comunidade Terapêutica, iniciamos pela casa dos residentes. Estamos nesse momento precisando de doação de tintas, se você puder nos ajudar com um galão ou uma lata de tinta, ficaremos gratos. Deus Abençoe!

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CANTATA DE NATAL


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Feliz Natal e um Próspero Ano Novo


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Hidráulica Externa


Graças à Deus já estamos concluindo a hidráulica externa da nossa Comunidade, e  a agua já chegou nos módulos. Contamos com as vossas contínuas orações, para que possamos concluir a primeira etapa deste projeto.

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Pedido de Oração


  Graças à Deus temos avançado na construção da Comunidade Terapêutica, agora estamos na parte final da primeira etapa para funcionamento. Estamos dependendo da ligação da energia , por isso estamos pedindo a todos  os irmãos e amigos que estivessem orando para que Deus venha nos dar condições para fazermos a extensão de rede  que vai viabilizar a energia para a Comunidade Terapêutica. No momento estamos precisando comprar um transformador de 45 Kva e os fios de alta tensão, se você quiser nos ajudar na aquisição deste material entre em contato conosco. Deus continue abençoando todos que tem orado e contribuído com este projeto.

Viciada em crack, ex-modelo vive nas ruas de São Paulo


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Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo – nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.          
A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.   
Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.         
Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.
Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.          
PROPOSTA
“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”
Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.
Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

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“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].” 
Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.         
Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”           
Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”      
Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.
No domingo (23), Loemy continua no fluxo.          
Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.           
Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.     
“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia. 
Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.
Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.  
Fonte:UNIAD – Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

 

Mais uma Etapa Vencida


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Graças à Deus vencemos mais uma etapa na construção da Comunidade Terapêutica, desta vez foi a aquisição de uma caixa d”agua de 10.000 litros, para abastecimento dos módulos. Queremos agradecer os nossos colaboradores que tem sido solidários com esta causa. Celebramos à Deus que tem levantado homens e mulheres para sustentar esta causa, por exemplo, esta caixa  foi uma doação  dos nossos parceiros.

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